quarta-feira, 18 de novembro de 2015
Contradições
A vida em contradições...
Do amor não recebido
E daquele que não soubemos dar
Do trabalho que paga pouco e amamos
E daquele bem pago que daríamos tudo para mudar
Da esperada oportunidade perdida
E de ver a vida mudar sem esperar
Do amigo que some quando precisa
E daquele desconhecido que faz tudo para ajudar
De nos importar com algo sem valor
E não valorizar o que deveria importar
Da viagem equivocada
E de onde estamos ser o melhor lugar
De fantasiarmos uma realidade
Quando apegados a uma realidade que não conseguimos largar
De fraquejar com saúde
E na doença, a força encontrar
De criticar certas posturas
E sem perceber agir com o mesmo "ar"
Ironias ou aprendizados?
Render ou lutar?
Entre dois pontos diferentes
Está você no meio, tentando se situar
Apagar
Então eu apaguei...
Como a flâmula trepidante que se esvai
Como o apertar do "delete" que retrocede e desconstrói as palavras
Como a noite que descolore o céu em breu
Como o desligar de uma máquina que cessa a eletricidade dos circuitos
Ou do cessar das sinapses do cérebro no silêncio da mente
Como o esfarelar de uma borracha
diluindo as linhas antes fortemente marcadas
Como a flâmula trepidante que se esvai
Como o apertar do "delete" que retrocede e desconstrói as palavras
Como a noite que descolore o céu em breu
Como o desligar de uma máquina que cessa a eletricidade dos circuitos
Ou do cessar das sinapses do cérebro no silêncio da mente
Como o esfarelar de uma borracha
diluindo as linhas antes fortemente marcadas
Sim apaguei....
No mundo dos sonhos, o corpo não entra
E é preciso que ele durma para que a alma desperte
Os olhos que fecham as portas para a janela da mente que abre
Aterrando a razão para que voe a emoção
Na consciência da inconsciência
De não precisar mais ter
Simplesmente ser
No mundo dos sonhos, o corpo não entra
E é preciso que ele durma para que a alma desperte
Os olhos que fecham as portas para a janela da mente que abre
Aterrando a razão para que voe a emoção
Na consciência da inconsciência
De não precisar mais ter
Simplesmente ser
Devaneio
A tela que teclo
O elo com ela
A teia que tece
A ala da fala
Sem rodeios dos meios
Livre, ainda que prive
De dar, mesmo sem ar
Um só motivo para ser ativo:
Em seus braços, meus laços
Em seu beijo, me vejo
Em suas estradas, minhas asas
Inevitável encontro, variável conto
Era uma vez, ao invés, de já era
Uma pequena menção a esta emoção
Ao findar em branco com um brando brindar
De meus anseios em devaneios
Só queria dizer...
Temi chamar e ser invasivo
Temi me calar e ser esquecido
Tive dúvidas sobre o que iria achar
Mas tinha certeza que só precisava lhe buscar
Admirava seus detalhes em segredo
Sonhar com você era quase sagrado
Precisava só de uma chance
Bastaria a pequena abertura de um lance
Para que novamente reinasse a paz em meu peito
E que não parecesse descaso ou despeito
Perdoe meu olhar que teima em lhe seguir
E este sentimento que não me deixa ir
Ainda me atrapalho, embaralho e tropeço
Mas releve o que lhe peço
Tolere e não mais me despeço
Porque parte de mim é sua
E a parte que resta, também
A mulher moderna
Correu de manhã pelo calçadão da praia, olhando o mar
Refletia sobre sua vida, suas escolhas e seu lar.
Refletia sobre sua vida, suas escolhas e seu lar.
Tomou o café cercada da família
Se arrumou com um blazer, uma saia reta e seguiu sua trilha.
Se arrumou com um blazer, uma saia reta e seguiu sua trilha.
Retocou o batom no retrovisor
E escondeu com um sorriso sua dor
E escondeu com um sorriso sua dor
As unhas pintadas de vermelho sobre o volante
A rádio tocando uma música dançante
A rádio tocando uma música dançante
Acelera o carro com seu salto
Acompanha e cantarola, o som, bem alto
Acompanha e cantarola, o som, bem alto
O mundo é dela e cabe quase todo na bolsa que carrega
Ali em seu universo profundo, protegida nos sentimentos que rega
Ali em seu universo profundo, protegida nos sentimentos que rega
Chega na empresa e lidera
Marca o começo de uma nova era
Marca o começo de uma nova era
Até que volte para casa e tire os sapatos
Sem mais se preocupar por seus atos
Sem mais se preocupar por seus atos
Relaxe, enquanto der!
Volte a ser filha, amiga, mãe ou simplesmente, mulher
Volte a ser filha, amiga, mãe ou simplesmente, mulher
O amor e o Ser
Quisera em tempos de medo falar sobre o amor suscitando que
recordássemos este ponto para o qual todas as estradas da vida
convergem. Recordei os grandes poetas Victor Hugo, Vinicius de Moraes
e Neruda, mas embora tenham erguido bandeiras de louvores ao
sentimento, sempre o vincularam ao outro, no caso a exaltação da
mulher. Mas onde nasce o amor no ser?
Somos duplamente filhos do amor no instante que o nosso corpo é um ato
de amor do mundo e nossa alma um ato de amor do universo, um uno verso da criação! Mas então porque dividimos o amor, o setorizando em nossas
vidas?
A primeira recordação quando me fiz essa pergunta foi o mito grego das
almas gêmeas: Um ser UNO hermafrodita, tão forte, capaz de desafiar o
Olimpo. Zeus diante da ousadia daquele ser lançou um raio o bipartindo
em duas existências que se buscavam, pois apenas juntos, poderiam
recuperar a força dos primeiros dias.
Para mim essa é a grande separação do amor no pensamento dos homens.
Não somos metades que se buscam. Somos dois inteiros que se encontram!
A separação não se deu entre sexos, mas se deu internamente, separando
razão/ emoção.. visível/invisível... matéria/espírito...feminino/
masculino..Quando tudo que buscamos separar se complementa! Somos o
oceano contido em uma gota. E a nossa única forma de reequilíbrio é a
criação de pontes que sejam capazes de unir os extremos e para isso só
há um caminho: o auto conhecimento. Os relacionamentos - Re (tornar)
aos laços, é o religar com nós mesmos. Talvez a grande dificuldade de
enxergarmos o espelho da alma no outro esteja justamente na imagem
pré-idealizada que fazemos de nós mesmos. "Detesto tal pessoa", mas
não raro o detestar (de - negar/ o que testamos) é o primeiro passo de
afirmar o que ainda portamos dentro de nós. Amar ao outro é a forma
mais plena de auto-conhecimento. Uma vez que compreendê-lo resulta na
própria compreensão.
Para complementar essa pequena reflexão sobre o amor resolvi trazer a
tona, alguns pontos que talvez sejam desconhecidos por alguns como a
essência da Santa tríade repetida de forma tão mecânica nas igrejas e
tão pouco trazidas ao dia a dia. A santa tríade católica é oriunda da
Santa tríade egípcia: Horus, Osiris e Isis. A igreja católica no
inicio da sua formação, precisando de bases para instaurar seu
conhecimento se valeu da mitologia antiga para criar suas próprias
imagens. Se de um lado ofertou duas asas ao homem: "amor e sabedoria",
mostrando assim o caminho da evolução. No outro o "tri-partiu" em Pai
- Filho - Espírito Santo.. que traduzindo poderia ser lido como:
Espírito - Matéria - Mente/ Ou ainda Pensamento - Palavra - Atitude..
ou ainda Ser - Ter - Fazer. O amor é a conjunção da tríade! é a junção
de todas as cores que resulta no branco.. Se o preto demarca a transformação de um ciclo ou a ausência de cores. O branco é a origem e o inicio a presença de todas as cores. Tudo estava unido até ser separado.
Muitas crianças brincavam de desmontar brinquedos para entender o
funcionamento. Eu desde pequeno desmontava palavras para entender o
sentido das mesmas. E se a conseqüência do amor é sempre a felicidade.
Busquei chegar a origem pelo fim... Felicidade = Fé + Licita +
habilidade. Habilidade da fé... fé não é doutrina, é confiança intima
ou consciência da essência. Buscando de novo a sentença de meu amigo
Pequeno Príncipe Fé é "o essencial que é invisível aos olhos e que só
se vê bem com o coração!"
O amor é um campo único.. embora muitas vezes usemos enxadas
diferentes para cultivá-lo: religiões, família, relações afetivas,
etc...
Assim conclui que embora seja lei universal, o amor não julga, é
compreensão! Embora o amor seja atração entre afins, ele não
aprisiona, pois é libertação! Embora o amor seja como o vento a
impulsionar as velas, ele não determina, é livre arbítrio.
Não querendo me estender mais, até porque meu objetivo é unicamente
"Levantar a poeira" das reflexões para que cada um pinte suas próprias
estrelas ou vente seus próprios versos. Findo com a mensagem do
celebre Khalil GIbran:
recordássemos este ponto para o qual todas as estradas da vida
convergem. Recordei os grandes poetas Victor Hugo, Vinicius de Moraes
e Neruda, mas embora tenham erguido bandeiras de louvores ao
sentimento, sempre o vincularam ao outro, no caso a exaltação da
mulher. Mas onde nasce o amor no ser?
Somos duplamente filhos do amor no instante que o nosso corpo é um ato
de amor do mundo e nossa alma um ato de amor do universo, um uno verso da criação! Mas então porque dividimos o amor, o setorizando em nossas
vidas?
A primeira recordação quando me fiz essa pergunta foi o mito grego das
almas gêmeas: Um ser UNO hermafrodita, tão forte, capaz de desafiar o
Olimpo. Zeus diante da ousadia daquele ser lançou um raio o bipartindo
em duas existências que se buscavam, pois apenas juntos, poderiam
recuperar a força dos primeiros dias.
Para mim essa é a grande separação do amor no pensamento dos homens.
Não somos metades que se buscam. Somos dois inteiros que se encontram!
A separação não se deu entre sexos, mas se deu internamente, separando
razão/ emoção.. visível/invisível... matéria/espírito...feminino/
masculino..Quando tudo que buscamos separar se complementa! Somos o
oceano contido em uma gota. E a nossa única forma de reequilíbrio é a
criação de pontes que sejam capazes de unir os extremos e para isso só
há um caminho: o auto conhecimento. Os relacionamentos - Re (tornar)
aos laços, é o religar com nós mesmos. Talvez a grande dificuldade de
enxergarmos o espelho da alma no outro esteja justamente na imagem
pré-idealizada que fazemos de nós mesmos. "Detesto tal pessoa", mas
não raro o detestar (de - negar/ o que testamos) é o primeiro passo de
afirmar o que ainda portamos dentro de nós. Amar ao outro é a forma
mais plena de auto-conhecimento. Uma vez que compreendê-lo resulta na
própria compreensão.
Para complementar essa pequena reflexão sobre o amor resolvi trazer a
tona, alguns pontos que talvez sejam desconhecidos por alguns como a
essência da Santa tríade repetida de forma tão mecânica nas igrejas e
tão pouco trazidas ao dia a dia. A santa tríade católica é oriunda da
Santa tríade egípcia: Horus, Osiris e Isis. A igreja católica no
inicio da sua formação, precisando de bases para instaurar seu
conhecimento se valeu da mitologia antiga para criar suas próprias
imagens. Se de um lado ofertou duas asas ao homem: "amor e sabedoria",
mostrando assim o caminho da evolução. No outro o "tri-partiu" em Pai
- Filho - Espírito Santo.. que traduzindo poderia ser lido como:
Espírito - Matéria - Mente/ Ou ainda Pensamento - Palavra - Atitude..
ou ainda Ser - Ter - Fazer. O amor é a conjunção da tríade! é a junção
de todas as cores que resulta no branco.. Se o preto demarca a transformação de um ciclo ou a ausência de cores. O branco é a origem e o inicio a presença de todas as cores. Tudo estava unido até ser separado.
Muitas crianças brincavam de desmontar brinquedos para entender o
funcionamento. Eu desde pequeno desmontava palavras para entender o
sentido das mesmas. E se a conseqüência do amor é sempre a felicidade.
Busquei chegar a origem pelo fim... Felicidade = Fé + Licita +
habilidade. Habilidade da fé... fé não é doutrina, é confiança intima
ou consciência da essência. Buscando de novo a sentença de meu amigo
Pequeno Príncipe Fé é "o essencial que é invisível aos olhos e que só
se vê bem com o coração!"
O amor é um campo único.. embora muitas vezes usemos enxadas
diferentes para cultivá-lo: religiões, família, relações afetivas,
etc...
Assim conclui que embora seja lei universal, o amor não julga, é
compreensão! Embora o amor seja atração entre afins, ele não
aprisiona, pois é libertação! Embora o amor seja como o vento a
impulsionar as velas, ele não determina, é livre arbítrio.
Não querendo me estender mais, até porque meu objetivo é unicamente
"Levantar a poeira" das reflexões para que cada um pinte suas próprias
estrelas ou vente seus próprios versos. Findo com a mensagem do
celebre Khalil GIbran:
"Embora o amor vos exalte, ele também vos crucifica. E tanto ele age
em vosso crescimento quanto em vossa poda. Assim como ele sobe até
vossa altura e acaricia vossos ramos mais tenros. Também desce até
vossas raízes e as sacode em seu abraço a terra.O amor nada dá, a não
ser de si mesmo, e nada recebe a não ser de si próprio. O amor não
possui nem quer ser possuído, pois ele basta-se a si mesmo. E não
penseis que possais dirigir o curso do amor, pois o amor, se vos achar
dignos, dirigirá vosso curso."
em vosso crescimento quanto em vossa poda. Assim como ele sobe até
vossa altura e acaricia vossos ramos mais tenros. Também desce até
vossas raízes e as sacode em seu abraço a terra.O amor nada dá, a não
ser de si mesmo, e nada recebe a não ser de si próprio. O amor não
possui nem quer ser possuído, pois ele basta-se a si mesmo. E não
penseis que possais dirigir o curso do amor, pois o amor, se vos achar
dignos, dirigirá vosso curso."
Estranho Cupido
Ele tinha um Cupido, que seguia todos os seus passos e quando mirava um alvo, espirrava e , consequentemente, errava a flecha.
Nisto tórridas paixões eram formadas pelos mais improváveis e instáveis encontros de casais e ele ali, continuava só.
Certa noite, cansado de tantos equívocos, aguardou seu Cupido adormecer e deixar de lado sua aljava. Colocou um
espelho em frente ao mesmo e atirou uma de suas flechas contra ele. O Cupido despertou assustado, mas vendo seu reflexo,
se apaixonou perdidamente pela própria imagem. Ficou ali, petrificado de amores em uma admiração sem fim.
Se sentia vingado, no entanto, percebeu que, enquanto portava o arco e as flechas, era invisível para as demais pessoas.
Se nada podia fazer contra isso, resolveu acertar os alvos, que comumente seu Cupido errava e formar os mais belos casais, ligados pela afinidade, cumplicidade e amizade. Conseguiu criar relações "quase" eternas (apenas os Deuses tinham o mérito da eternidade). Continuava só, mas felicitou-se de ver o mundo rodeado de amor e assim, conquistou suas próprias asas.
Não precisava de mais nada, a partir daquele momento,
era livre e podia voar.
O Poeta
Escreve, versa
Se atreve, conversa
Delira, fantasia
Das liras à poesia
Um olhar transcreve o mundo
Um ar leve, breve e profundo
Que ama o todo, mesmo que não possa tocar
Que desarma tudo, a esmo não deixa ficar
Sente e chora
Mesmo quando descrente, ora
Evoca a arte de um sorriso
Provoca em seu aparte, um suspiro
Promove o acreditar
Move e faz meditar
Seu momento, sua alma
Seu pensamento, sua calma
Organiza em expressão
Preconiza a ação
Não conhece metades da vida
Se reconhece nas metas divididas
Se entrega por inteiro
Como quem rega um canteiro
Como dever a quem o Lê
De fazer simplesmente florescer
O suicida atrapalhado
Não aguentava mais viver...
Resolveu acabar com o sofrimento...
Resolveu acabar com o sofrimento...
Primeiro se deparou com questões filosóficas
Afinal, se a vida continuasse.. o sofrimento também...
Afinal, se a vida continuasse.. o sofrimento também...
Mas preferiu não pensar em nada, estava decidido em seu propósito...
Subiu, determinado, as escadas até o último andar do prédio...
Mas bastou olhar para baixo e teve uma vertigem, sentou no chão, com a cabeça entre as pernas e respirando fundo e pensou que talvez não fosse a melhor opção
Subiu, determinado, as escadas até o último andar do prédio...
Mas bastou olhar para baixo e teve uma vertigem, sentou no chão, com a cabeça entre as pernas e respirando fundo e pensou que talvez não fosse a melhor opção
Desceu até o apartamento
Pegou uma faca afiada e ficou olhando para ela, vendo sua vida passar pela lâmina
Mas quando lembrou do sangue que jorraria, lembrou que tinha pavor de sangue e que desmaiava até fazendo exames clínicos
Pegou uma faca afiada e ficou olhando para ela, vendo sua vida passar pela lâmina
Mas quando lembrou do sangue que jorraria, lembrou que tinha pavor de sangue e que desmaiava até fazendo exames clínicos
Achou que seria mais fácil um enforcamento
Se amarrou no ventilador de teto e chutou a cadeira que o sustentava
Mas caiu no chão com o ventilador em sua cabeça, fazendo apenas um ligeiro e dolorido galo
Se amarrou no ventilador de teto e chutou a cadeira que o sustentava
Mas caiu no chão com o ventilador em sua cabeça, fazendo apenas um ligeiro e dolorido galo
Pensou em um afogamento...
Mas nunca aprendeu a nadar, justamente porque morria de medo dos "mistérios" da água...
Mas nunca aprendeu a nadar, justamente porque morria de medo dos "mistérios" da água...
Pensou em ligar o gás
Mas já pensou se sua mãe acendesse a luz? Explodiria o imóvel e certamente poderia, inclusive, machucá-la
Mas ironicamente ,não queria carregar a culpa de ser um potencial assassino.
Mas já pensou se sua mãe acendesse a luz? Explodiria o imóvel e certamente poderia, inclusive, machucá-la
Mas ironicamente ,não queria carregar a culpa de ser um potencial assassino.
Aliás, e depois? se fosse enterrado ou cremado?
E tivesse alguma consciência no processo?
Arrepiou só de imaginar...
E tivesse alguma consciência no processo?
Arrepiou só de imaginar...
Realmente morrer era muito difícil...
Era muito mais fácil viver!
Era muito mais fácil viver!
Daquele dia em diante, sorriu para vida e teve muito medo da morte...
Homens e Cultos
Conheci um homem que malhava e não era culto
Conheci um homem que era culto e não malhava
Conheci um homem que malhava e era culto
Conheci um homem que ia em um culto e malhava
Conheci um homem que malhava um culto
Conheci um culto que malhava um homem
Conheci um culto que o homem malhava
Conheci um culto que era culto e não malhava ninguém
Conheci um homem culto que malhava um homem que ia em um culto
Conheci um homem que ia em um culto e não malhava nenhum homem
Conheci e malhava, as vezes, homens e cultos
Conheci homens cultos, cultos de homens, homens que malhavam, cultos
que malhavam
E no fim, eram todos só homens e cultos
Conheci um homem que malhava e era culto
Conheci um homem que ia em um culto e malhava
Conheci um homem que malhava um culto
Conheci um culto que malhava um homem
Conheci um culto que o homem malhava
Conheci um culto que era culto e não malhava ninguém
Conheci um homem culto que malhava um homem que ia em um culto
Conheci um homem que ia em um culto e não malhava nenhum homem
Conheci e malhava, as vezes, homens e cultos
Conheci homens cultos, cultos de homens, homens que malhavam, cultos
que malhavam
E no fim, eram todos só homens e cultos
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